
Linha Clara: Hergé e a escola europeia que virou linguagem
Traço limpo, leitura rápida e composição precisa: por que a Ligne Claire influenciou gerações e ainda hoje molda HQs europeias, animações e design editorial.
Ler análise →Do roteiro ao traço: escolas artísticas, escolhas visuais e as assinaturas criativas que tornam cada obra única. Uma análise dos autores que moldaram estilos, tendências e gerações nos quadrinhos e mangás.

Traço limpo, leitura rápida e composição precisa: por que a Ligne Claire influenciou gerações e ainda hoje molda HQs europeias, animações e design editorial.
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Mundos surreais, escala épica e narrativa silenciosa: como Moebius transformou o jeito de desenhar ficção científica e inspirou cinema, games e arte conceitual.
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Enquadramentos cinematográficos, ritmo e emoção: o que Tezuka consolidou no mangá moderno e por que seu estilo ainda ecoa em shonen, seinen e slice of life.
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Leitura viciante, expressões realistas e tensão sem superpoderes: como Urasawa constrói mistérios e mantém o leitor preso com escolhas de cena e ritmo.
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Camadas de leitura, símbolos e construção de mundo: por que Alan Moore virou referência quando o assunto é roteiro, crítica social e histórias densas.
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Sombras duras, violência estilizada e narrativa seca: como Miller ajudou a popularizar o tom noir e mudou a estética urbana em heróis e anti-heróis.
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